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MAIS DE 50% DAS RODOVIAS FEDERAIS TEM MÁS CONDIÇÕES. TCU ALERTA PARA COLAPSO.

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Estudo do TCU – Tribunal de Contas da União – concluiu que os recursos destinados à recuperação das rodovias federais não atendem às necessidades reais do país. 

A auditoria aponta que mais da metade da malha de rodovias federais do país está em situação considerada “ruim” ou “regular”. A causa principal: os recursos destinados à manutenção não são suficientes para cobrir as necessidades.

Apesar de o orçamento previsto para 2025 estimar cerca de R$ 17 bilhões para recuperar estradas federais, a dotação orçamentária autorizada é bem menor: aproximadamente R$ 8 bilhões. Essa discrepância faz com que boa parte dos trechos deixem de receber reparos adequados, como recapeamento, sinalização, drenagem e conservação do pavimento.

Como resultado, milhares de quilômetros de rodovias ficam com buracos, desgaste, pavimento irregular e sinalização deficiente — fatores que colocam em risco a segurança de quem viaja, aumentam o custo de manutenção de veículos e geram atrasos no transporte de cargas, comprometendo o escoamento de mercadorias.

Para o motorista comum, isso significa estradas mais perigosas, risco maior de acidentes e prejuízos com desgaste prematuro do carro. Para o país como um todo, a deterioração da infraestrutura rodoviária afeta a mobilidade, encarece o transporte e reduz a competitividade econômica.

A auditoria recomenda que o órgão responsável reveja os cálculos e redimensione os investimentos, a fim de garantir a conservação adequada da malha viária. Até lá, especialistas alertam: é importante redobrar a atenção ao dirigir em trechos federais, especialmente em estradas com histórico de abandono ou falta de manutenção

MAIS DE 50% DAS RODOVIAS FEDERAIS TEM MÁS CONDIÇÕES. TCU ALERTA PARA COLAPSO.

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